Desenvolvedores apostam em títulos simples, mas divertidos, para enfrentar as incertezas da crise mundial. Segmento deverá movimentar US$ 5 bilhões até 2015

Brasília, xx de setembro de 2011 – Simples, fáceis de jogar e, sobretudo, muitos divertidos, os games casuais vem ganhando espaço na preferência dos jogadores. De acordo com da consultoria comScore, somente no Brasil esse nicho – junto com outro muito promissor, o de jogos sociais – movimentou R$ 200 milhões em 2010 e deverá ter um crescimento de 50% neste ano. Já quando falamos do cenário internacional, os número são ainda mais expressivos. A expectativa é que nos próximos quatro anos, o setor tenha uma alta de 500% no volume de faturamento, saltando dos atuais US$ 1 bilhão para US$ 5 bilhões em 2015

Segundo estudos daDigitalEntertainmetGroup e da consultoria Nielson Company, o país conta com 34 milhões de gamers casuais – em sua grande maioria jovens acima de 15 anos. Esses usuários gastam, em média, 31 minutos por dia se divertindo com títulos de diferentes plataformas como videogames e web. Mas são com os aparelhos móveis, como tablets e smartphones, que esse mercado vem ganhando espaço – e dinheiro. Somente neste ano, o setor de mobile game deve movimentarUS$ 8 bilhões. Até 2014, esse número deverá atingir a marca de US$ 11,4 bilhões.

Para o Diogo Pessoa, diretor da Candango Games, empresa de desenvolvimento de jogos para dispositivos móveis, esse nicho tende a se consolidar cada vez mais na indústria de entretenimento digital. "A era do smartphone e dos tablets está só no começo. Quando a massa da população tiver acesso fácil a esses dispositivos, haverá uma crescimento ainda maior na oferta de games e aplicativos", aponta.

Com jogabilidade simples e preços bem inferiores aos oferecidos em outras plataformas, os títulos casuais encontraram nos aparelhos móveis um ambiente perfeito para seu desenvolvimento e vêm, nos últimos anos, conseguindo atingir uma enorme gama de consumidores que, na maioria das vezes, não estava familiarizada com o universo próprio dos games tradicionais. São pessoas que não se importam em gastar até US$ 10 por jogo para se divertirem enquanto aguardam pelo atendimento no consultório do dentista ou na fila do banco.

Além disso, diante das incertezas do cenário econômico mundial, as empresas do setor devem apostar cada vez mais as suas fichas neste tipo de produto. Isso porque, o custo de desenvolvimento de um título casual é muito inferior ao que é investido em produções destinadas à consoles como Playstation 3 e Xbox 360. Segundo a Casual Games Association, os gastos para se produzir títulos casuais giram entre US$ 100 mil a US$ 500 mil – número bem inferior, por exemplo, aos US$ 100 milhões gastos para se desenvolver Grand Theft Auto 4, lançado ao mercado pela RockStar Games.

Diogo Pessoa explica que, além de atrativos como facilidade, mobilidade e baixo custo, esse tipo de game tem apostado fortemente numa outra paixão de quem vive conectado à internet: as redes de relacionamento. "A tendência é que esses jogos caminhem cada vez mais próximos de serviços como Facebook e Twitter. Dessa forma, o jogador pode acompanhar e dividir uma série de informações sobre o game com toda a rede de amigos", aponta.

Para ele, o próximo passo que será dado pelas desenvolvedoras é melhorar a possibilidade de interação entre a comunidade de jogadores, quebrando as barreiras das plataformas e diminuindo as distâncias entre os usuários. "O futuro desse mercado está na interatividade entre o smartphone, o tablet e o próprio computador. Além disso, títulos que apostam na possibilidade de se interagir em tempo real com jogadores que estejam usando outros dispositivos também tende a crescer. As empresas que focarem nesse nicho terão resultados interessantes", acredita.

Pet it out!

É nisso que a Candango Games aposta ao lançar Pet it out!, um jogo casual desenvolvido para iPad, iPod, iPhones e celulares Android que coloca à prova diversas habilidades do usuário como precisão, capacidade de orientação e raciocínio rápido. Depois de serem capturados e enviados a um zoológico intergalático, seis diferentes animaizinhos – e um extraterrestre pra lá de simpático – devem encarar uma série de perigos até conseguir chegar ao portal que lhes permite voltar à casa.

Cabe, então, ao jogador a tarefa de conduzir cada pet por cenários desafiadores distribuidos num total de 150 fases. Para isso, ele tem que saber tirar proveito das características próprias de cada bichinho, que vão lhe permitir driblar barreiras e se livrar de perigos que surgem ao longo da partida. Com o inteligente sapo, por exemplo, é possível saltar alto e alcançar os mais difíceis patamares. Na pele do agitado macaco, o que conta é a precisão na hora de escalar paredes e penhascos. Já o ligeiro pinguim usa toda a sua destreza para deslizar em alta velocidade por geleiras e despenhadeiros.

 

O objetivo é, utilizando o menor número de movimentos, chegar ao fim de cada fase o mais rápido possível. Sem esquecer, é claro, de recolher a maior quantidade de estrelas e troféus que estão espalhados pelo caminho. No término de cada fase, o usuário pode postar o resultado alcançado em sites de relacionamento como Twitter e Facebook e compartilhar o desempenho alcançado com os amigos.

Tirando todo proveito das telas sensíveis ao toque, Pet it out! traz uma jogabilidade envolvente e uma história repleta de aventura. Com a proposta de oferecer uma diversão simples, porém desafiadora, o título é voltado para todo tipo de jogador, seja ele iniciante ou mais experiente no mundo dos games. Caso queira conhecer mais sobre o jogo, acesse o site www.candangogames.com.

A empresa

Fundada em 2010, a Candango Games é uma empresa de Brasília especializada no desenvolvimento de jogos para plataformas móveis como smartphones e tablets. Liderada por três sócios, a desenvolvedora conta com uma equipe formada por profissionais especializados e, sobretudo, apaixonados por jogos.

 
 

Candango Games
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